SEXTING : O PERIGO DA SENSUALIDADE + TECNOLOGIA

Imagemby Daniel Machado

Monique, uma jovem de 15 anos, estava namorando Alex, da mesma idade. Certa dia, namoravam pelo celular e a conversa esquentou. Ele lhe fez um pedido inusitado: que ela tirasse uma foto ou fizesse um vídeo, ali mesmo, nua, com poses sensuais, e enviasse a gravação para ele via telefone móvel, tipo SMS. De início, a adolescente rejeitou a proposta, mas o jovem insistiu e afirmou que estava com saudade e que a foto ficaria só com ele. Como ela estava apaixonada, cedeu aos seus apelos e, na intimidade do seu quarto, fez um miniensaio erótico e o enviou pelo celular.

Monique – no fervor e na inocência dos seus 15 anos – só não contava que, em apenas um mês, Alex terminaria o namoro com ela, e o pior: que o seu “ensaio sensual”, feito ali no seu quarto, estaria girando em todos os celulares e redes sociais na internet. Desesperada, a jovem só viu uma saída para fugir da vergonha e da gozação da galera na escola: conseguiu um grande número de comprimidos e, no mesmo quarto em que fez as imagens, cometeu suicídio.

Os nomes são fictícios, mas a história é real. Aconteceu com uma jovem nos Estados Unidos depois de ter tido suas imagens sensuais expostas na rede mundial de computadores. O que esses dois jovens praticaram está se tornando uma febre entre os jovens, o chamado “sexting”.

O nome deriva da junção de dois radicais oriundos da palavras “sex” (sexo) e “ting” (sufixo de “texting” = texto), o que origina o nome dessa prática: “sexo por mensagens”. Isso mesmo, o jovem tira uma foto erótica ou faz um vídeo de alguma parte do corpo – como órgãos genitais, seios ou faz poses mais sensuais – e a envia para alguns grupos de contatos via telefone móvel. Logo, a imagem começa a circular numa velocidade incontrolável pela web juntamente com as consequências de tais comportamentos.

Atrás dessa exposição estão escondidos perigos incalculáveis e incontroláveis que, a curto prazo, destroem a vida de uma pessoa. Um adulto, por exemplo, que adere a esse tipo de relacionamento, além de cometer um crime, pode ter sua carreira profissional abalada, já que, hoje, empresas de recrutamento usam cada vez mais a internet para ver o perfil de seus colaboradores.

O fenômeno WatsApp 

A mais nova plataforma de compartilhamento de mensagens instantânea se chama WatsApp, um aplicativo para dispositivos móveis que permite compartilhar textos, fotos e vídeos com milhares de pessoas num espantoso efeito cascata, e que tem levantado polêmicas sobre os limites da intimidade compartilhada. Há quem diga, inclusive, que este aplicativo – que conta com mais de 350 milhões de usuários em todo o mundo – já virou um armazém de pornografia. As vítimas? 90% de mulheres expostas em grupos de amigos, escolas, trabalho, futebol etc.

Dois casos dessa superexposição abalou o Brasil nos últimos tempos. Uma jovem de Goiânia (GO), que filmou a relação sexual com seu amante e teve o conteúdo vazado via WatsApp; e uma jovem do Piauí (PI), que cometeu suicídio depois que teve seu vídeo erótico compartilhado pelo mesmo aplicativo. Para além da nossa avaliação moral sobre o caso, é importante notar que existe uma geração que avança à velocidade da comunicação da mesma forma que pede socorro, porque não sabe lidar com o vazio existencial cada vez mais compartilhado.

Superexposição na rede: nosso sagrado em perigo

Em 2009, uma pesquisa realizada nos EUA constatou que 20% dos adolescentes americanos diziam ter enviado ou recebido fotos eróticas pelo celular, e 39% alegaram ter recebido ou enviado mensagens sexualmente sugestivas. No Brasil, a ONG Safernet informou que cerca de 11% dos estudantes brasileiros, entre 15 e 18 anos, já praticaram o “sexting”, compartilhamento de imagens íntimas ou sensuais em ambientes virtuais. Mas com a explosão dos dispositivos móveis, como os smartphones e aplicativos como WatsApp, este número já deve ter aumentado muito.

Para a especialista em Marketing Digital Martha Gabriel chegamos num tempo em que tão importante quanto falar de inclusão digital é preciso falar de educação digital. “Muito se fala no Brasil de inclusão digital, mas pouco se fala de educação digital. Se nós incluirmos sem educar, vamos colocar uma arma nas mãos das pessoas contra elas mesmas”, diz a especialista.

Responsabilidade dos pais 

Segundo Sônia Makaron, psicanalista e elaboradora de uma cartilha de segurança na rede para pais e jovens, a atenção e o diálogo com os filhos ainda é a melhor forma de evitar danos futuros. “Estar atento sempre. Mas isso não quer dizer patrulhamento. Estar atento é a expressão de quem se importa, de quem cuida. Ser presente, conversar com seu filho, procurar saber o que lhe interessa na internet e fora dela. E ‘ficar ligado’ para tomar providências quando perceber sinais ‘estranhos’ e diferentes no comportamento dele”, aconselha a profissional.

 

* O “sexting” é a prova de que a combinação tecnologia + explosão de hormônios pode ser = a má reputação digital e, é claro, ao deboche social. E numa geração que já não consegue lidar com frustrações, fica a pergunta: onde vamos parar com isso tudo???!!!

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28 responses to this post.

  1. Tema muito importante para conscientização.
    Parabéns!

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  2. Excelente esse texto! Fico surpresa como essa nova geração é antenada, a famosa geração Milenium, mas ao mesmo tempo bastante preocupada devido ao mau uso da rede. Nossa privacidade está cada vez mais comprometida, mas o fato que esses jovens precisam de orientação. Mas com tanta inforamção vindo de todos os lados somado à ebulição de hormônios, realmente fica difícil controlar. E lembrando que um dia também fomos jovens e tivemos curiosidade para fazer de tudo… A diferença é que ninguém nos assistia.
    Beijos

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    • Vânia, você citou algo muito importante. A quantidade de informação somada à quantidade de hormônios e a curiosidade normal de querer saber tudo… seria interessante que houvesse uma ética na rede quanto às publicações, tendo em vista que podem ser monitoradas. Alguma coisa tem que ser feita porque a proibição é praticamente impossível.
      Temos que pensar um pouco, não é Vânia?!
      Um beijo

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  3. Não deve ser nada fácil ser pais no meio dessa tecnologia toda. Eu não sei se filha minha passasse por esse drama de sexting… não saberia lidar com isso…

    Kisu!

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    • Bah, eu acho que Deus ensina rapidamente a gente a lidar com isso e outras coisas que aparecem nesse percurso. A gente não faz previsão de nada. Até tenta nem pensar nessas coisas que a gente acha que só acontece com os filhos dos outros, não é mesmo?

      Kisu com muito carinho!

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  4. Acho que a questão não são os aplicativos e, sim a nossa incapacidade de lidar com eles. Eu por exemplo já me considero antiga porque não cheguei a ter orkut e usei o facebook (ainda uso) para o trabalho e confesso, acho cansativo. Tenho um blogue e vários aplicativos em meu celular, confesso, sou muito atenta ao que digo e compartilho – mas é claro que a maioria das pessoas não são assim e, a elas falta uma coisa muito importante, lembrar que a internet não é um quarto cuja janela pode ser fechada… É um quarto sim, cuja janela está sempre aberta e com muitos vizinhos a observar-te…

    bacio

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  5. Manô,

    Penso que isso tem uma raiz bem definida que é justamente a falta da educação no seio familiar. Não adianta educar para uma vida virtual pessoas que não foram alicerçadas em valores e princípios básicos. É algo profundamente triste que revela uma sociedade doente, cada vez mais compactuada com comportamentos inadequados, que no fundo se fundamentam na impunidade. Gr. Bj.!

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  6. Vi pelo menos umas duas notícias sobre isso na televisão… E na minha cidade casos semelhantes acontecem o tempo todo! Aliás, minha cidade é pequena… O que acaba tornando a “distribuição” das mensagens/vídeos/fotos algo bem mais rápido e “eficaz”.
    Me lembro de um caso semelhante que nunca vou esquecer e aconteceu no Canadá. O nome da adolescente era Amanda Todd e ela cometeu suicídio justamente pelo bullying que sofreu ao ter imagens íntimas divulgadas.
    Acho que além de envolver bullying, vai da cabeça fraca do adolescente que faz esse tipo de “coisa”. Não é falta de instrução, educação ou de senso: faz quem quer!
    Ainda mais hoje em dia quando é extremamente “natural” ver esse tipo de caso acontecendo, reproduz quem realmente quer! É uma conduta moral que diz respeito a quem faz e quem somos nós para julgar?
    Apesar de achar que no auge dos 15 anos mesmo que com os hormônios à flor da pele e uma até então “pseudo inocência”, a postura de praticar “sexting” é – desculpe o termo – burrice! Geralmente são as meninas que se expõem e elas sabem sim que isso poderá ter consequências. Em um ato impensado fazem ou até por amor… Mas não deixam de saber das consequências!
    É triste, complicado, MAS… Vai da essência da pessoa em fazer ou não. Os modismos estão acabando com a juventude! 😦

    Amigo Manoel, estou contente com sua visita em meu blog! Procurei tanto por seu blog e finalmente reencontrei! rs
    Grande beijos, saudades!

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    • Vanessa, fiquei super feliz por ver você aqui. Gostei muito do seu comentário e se que você tem bastante janela de internet. Nos conhecemos faz tempo e também conhecemos diversas pessoas que começam a brincar no Tumblr e no fim acaba nessa “burrice”, como você bem citou. E elas sabem o que pode acontecer e o que vai acontecer. Por isso foi muito bom o seu comentário.
      Adorei você por aqui. Abre lá no seu blog um jeito de eu segui-lo por e-mail. A cada postagem sua eu recebo um mail. Não sei como você faz isso. Só sei que é nas configurações do blogger.
      Um beijo com carinho

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  7. Manoel, não importa a idade nem cultura, veja bem, até artistas entram nesta furada.
    As pessoas perderam a razão e o pudor. Por isso acontece tanta coisa errada.

    Ahhhh… Fofo é voce!

    🙂

    Beijos

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  8. Posted by Olivia Alves on 19 de novembro de 2013 at 15:32

    Manoel, vi hoje uma reportagem que também aborda pontos que acredito ser interessantes no contexto desse post!

    http://revistamarieclaire.globo.com/Mulheres-do-Mundo/noticia/2013/11/pornografia-de-revanche-nossa-sociedade-julga-mulheres-como-se-o-sexo-denegrisse-honra-diz-romario.html

    Beijo!

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  9. Posted by Olivia Alves on 19 de novembro de 2013 at 12:51

    Achei muito legal se falar em “educação digital”. O mundo virtual é uma realidade nos dias de hoje, e precisamos começar a entender melhor esse universo e as questões relativas a ele.
    Quanto ao ‘sexting’ acho que é preciso levar em conta esses casos que ocorrem pra pensar nos riscos, e se dar conta de que se vc não quer ser exposto, o ideal é NÃO FAZER! É a única garantia… se vc quiser correr o risco tem que lidar com as consequências. E apenas falando do assunto é que podemos espalhar informações e fazê-las chegar ao maior número de pessoas, pra que possam conhecer as consequências possíveis e pensar mais sobre o que realmente querer fazer. Também precisamos deixar o preconceito de lado e pensar que podem existir pessoas que gostem de se expor dessa forma, e quanto a essas não podemos julgar suas opções.

    Acho que me empolguei no comentário hoje… rsrs!

    Beijo!

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  10. Chefia, muito muito triste estas coisas. Não teria medo de expor a questão pelos seus lados morais, já que existem e são até necessários. É justo a falta de parâmetros sobre certo, errado, mais ou menos ou sei lá que tem causado problemas. A questão não é, como vejo, a moral em si, mas a moral dogmática e cheias de certezas absolutas. Quando aos casos, são tristes. E também um sinal evidente de que precisamos conversar, só conversando gente entende gente.

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  11. Como mãe de adolescente, esse assunto me dá calafrios! Vale como alerta!

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  12. Um tema interessante e actual, pois trata-se de uma preocupação muito grande para todos os educadores e familiares de um adolescente.

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  13. Nesta geração que nasceu e cresceu na era digital, há algo que nós, adultos, temos dificuldades em apreender: os perigos da sobre-exposição. Durante a nossa própria adolescência, os perigos eram “palpáveis”, ou seja: eram pessoas e coisas que víamos e sentíamos. Hoje em dia, através das redes sociais (que muitas vezes só têm de social o nome), os perigos multiplicam-se e são cada vez menos claros, menos “palpáveis” para a jovem geração, e os adultos perdem-se num mundo que desconhecem e com o qual nem sempre sabem lidar.
    É um novo desafio e os dramas, infelizmente, continuarão a multiplicar-se enquanto não houver disposições legais e técnicas que permitam respeitar a privacidade dos utilizadores e, sobretudo, punir os criminais que se sentem protegidos pelo gigantismo da internet.
    É importante não esquecer que, por trás de um drama como os que são relatados acima, há verdadeiros crimes!

    Obrigada, Manoel, por este alerta que merece toda a nossa atenção!
    Abraços!

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    • Dulce, foi ótimo o seu comentário, principalmente por você viver na Europa e ter um conhecimento de vida bem mais maduro do que a gente aqui nesse país de só 500 anos e ainda é refém de muitas “maldades” que aparecem por aí. Talvez por essas coisas é que sejamos vistos no exterior como um país de turismo sexual e nossas mulheres sejam muito pouco respeitadas fora de nosso país.
      Sabendo pensar igual a você, Dulce, aprenderemos a filtrar as pessoas na internet. Infelizmente os mais experientes em idade agem como “fakes” aparentando ter 15 ou 16 anos. Parece que tem vergonha de assumir os 40, 50, 60, 70 anos. A gente percebe pela conversa e pelo nível de conhecimento. Se a gente tira a máscara, todo mundo acostuma a ser real e a comunicação fica mais construtiva.
      Adorei o seu comentário, Dulce.
      Grande abraço

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  14. Ótimo texto e ótima reflexão. Aproveitei a insonia pra fazer uma visitinha e gostei do texto de hoje. É uma combinação perigosa. Muito hormonio, tecnologia e pessoas maldosas as quais por um momento somos tentados a confiar algo tão precioso: nosso templo, nosso corpo e intimidade. O papel dos pais é mesmo essencial no caso desses jovens pq é uma questão de instrução mesmo.

    Amigo fofinho, adorei sua reflexão ao fim do texto.
    Beeeeeeijo

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    • Super-Paulinha, amiga do coração. Fico muito satisfeito por você ter gostado. Esse assunto tem que ser mais divulgado. Sei que será difícil que não continue acontecendo, contudo as pessoas mais bem orientadas pensarão duas vezes antes de entrar nessa fria, não é?
      Beeeeeeeijo

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