AMOR DE MÃE

Leticia

by Anna Letícia

Não tem a menor graça ficar ouvindo dos outros que nosso filho de seis meses já engatinha ou que tirou as fraldas com muita facilidade.

Realmente não importa o tempo cronológico destas conquistas, mas sim as conquistas.

É fantástico presenciar o primeiro passo dos nossos filhos, mesmo quando isso acontece aos três anos de idade, é lindo ver nosso filho pedir para ir ao banheiro sozinho pela primeira vez, mesmo que isto aconteça aos 23 anos.

Pois bem, a maternidade abre uma brecha de um novo tempo para as coisas, e este tempo não mede o amor.

Amores se vão, amizades se rompem.

Muitas vezes o tempo é responsável por separações e distanciamentos.

Mas mãe cansa, pode até ratear.

Mas o amor está ali, e não cresce não, por que já nasce pleno.

* Simples e verdadeiro, não acham???!!!

Anna Letícia Diegues: Carioca, veterinária, encadernadora e mãe. Um pouco escritora, um pouco médica e um pouco louca. Um pouco de quase tudo e quase nada de muito. Sei quem não sou, mas não sei o que ainda posso ser. Vivo. Inteira.

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12 responses to this post.

  1. Deve ser mesmo meu querido… Ainda não sou mãe, mas acredito plenamente que a mulher se transforma mesmo, pude ver isso com a minha irmã quando teve o meu sobrinho.

    Kisu!

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  2. Não há teoria que explique esse amor. Ele apenas está acima de qualquer compreensão, e só quem é mãe sabe o que esse amor realmente é. Faço das palavras da Dulce as minhas. Gr. Bj. Manô!

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  3. Manoel,

    É um amor eterno, não importa nada. Inexplicável.

    Tenho uma filha biológica, mas seria capaz de amar intensamente uma criança adotada.

    Bjs

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  4. Apegando-me à simplicidade deste texto delicioso, é assim mesmo, um amor que às vezes até rateia, mas está sempre ali!
    Beijo

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  5. Conheço minha mãe do útero. E desde que ela foi dar uma agitada em outros pedaços, que falta que faz. Então concluo que você tem razão em ser um pouco de tudo, inclusive mãe, essa pessoa que faz de tudo parecer pouco.

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  6. Manoel,
    Existem teorias que pretendem que o amor de mãe e o instinto maternal (aquele que faz riscar as suas próprias vidas para proteger os filhos), tem origem na nossa Era primitiva em que era necessário proteger a espécie da extinção.
    Existem outras teorias que dizem que esse afeto, essa abnegação das mães perante as necessidades dos filhos não pode explicar-se. Pode apenas viver-se.
    Sendo eu própria mãe de dois jovens adultos, um natural e outra adoptiva, compreendo com os anos que nenhuma destas teorias me satisfaz.
    O amor de mãe nem sempre é natural em todas as mães. Vejo muitas que se sabem incapazes de cuidar dos filhos e preferem confiá-los a quem os fará felizes. A sociedade julga-as e condena-as. Pessoalmente, acho que a atitude dessas mães é um acto de coragem extremo: reconhecem a sua incapacidade e, apesar do amor que sentem pelos filhos preferem confiá-los a quem pode trazer-lhes os cuidados e a segurança que merecem.
    Seria uma discussão muito longa e merecia um comentário de 3 páginas para dizer tudo o que este assunto merece. Direi apenas que sou da opinião que o amor de mãe é vitima de um preconceito que pretende que ele só pode demostrar-se de uma certa forma, concebida pela sociedade supostamente bem-pensante…

    Uma linda reflexão para um domingo de manhã 🙂
    Beijinhos, Manoel, e um excelente fim de semana!

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    • Dulce, você escreveu muito bonito e eu concordo perfeitamente com sua opinião. Tudo o que você disse é o que ocorre na prática, dentro do coração da gente e as posturas éticas sobre esse amor é teórica e de certa forma padronizado para o lado mais comercial. Adorei o seu comentário e achei muito lindo esse seu sentimento.
      Beijinhos de domingo 🙂

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