APRENDENDO A PERDER

Imagemby Ricardo Sá

Só ganha na vida quem sabe perder! É preciso que tenhamos sabedoria e força interior para perder pontos de vista, iniciativas, a própria vez e a chance que pensávamos ter conseguido.

Mais força ainda precisamos ter para perder algo para alguém, quando este é uma pessoa querida, ou se a perda foi causada por traição ou por algum tipo de injustiça.

Porém, a verdade é que existe o tempo da perda, e só fica de pé quem tem um horizonte mais amplo, uma meta definida e clara nessas ocasiões. E, assim, aprendemos a considerar tais privações como pesos que vamos largando ao longo do caminho, de modo que nos tornamos mais leves, para que possamos voar cada vez mais alto.

Eu sei que dói muito quando o que se perde são pessoas, mas entenda que o que não nos pertence, na realidade, nunca foi nosso!

 

* Pensando bem o Ricardo está certo, não acham ???!!!

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30 responses to this post.

  1. Amadurecimento…é difícil, mas essencial. Começar e recomeçar….
    Beijo ternurento

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  2. Posted by Marcilane on 2 de abril de 2014 at 16:05

    Concordo totalmente com Ricardo!
    Aprender a perder é essencial, desde pequenos devemos aprender isso, pois na vida nem sempre se ganha. Se aprendemos a perder, a vida, ao longo do tempo, se torna até mais leve eu diria; porque descobrimos que em certas ocasiões o nosso ponto de vista nem sempre é o certo, e que devemos respeitar o ponto de vista dos outros. Em outras ocasiões, aprendemos que devemos batalhar mais se quisermos ganhar da próxima vez. Sendo assim, ao se perder sempre se ganha! 😉

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    • Eita coisa boa!!
      Marcilane, tenho até vergonha de dizer que estava com saudades, mas estava. Vou indicar seus poemas para uma pessoa sensacional. Ela deve entrar em contato com você. Deixa eu correr lá senão esqueço. Depois conversamos.
      Beijo no seu coração,
      Manô

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      • Posted by Marcilane on 2 de abril de 2014 at 16:23

        Oww Manô, eu também estava! o/
        Agradeço pelo carinho e por querer compartilhar meus poemas com esta pessoa tão sensacional… Você é um super amigo!
        Beijos ** 😉

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        • Marcilane, já conversei com ela. Amanhã ela entra em contato com você por e-mail (eu passei o seu e-mail para ela). Ela é muito legal e honesta. Nunca me esqueço daquele pessoal tentando enganar você. Iam acabar “roubando” seus tão lindos escritos. Deixo que vocês se entendam.
          Um beijo,
          Manô

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  3. Oi Manoel!
    Adorei a reflexão. A pouco tempo atrás tive que “praticar o desapego”. Dói muito, mais essas experiências fazem parte da nossa vida, e contribuem para nossa evolução. “As pessoas, às vezes, passam por nossas vidas. Deixam um pouco de si e levam um pouco de nós!”.
    Um abraço,
    Fabi

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  4. E “o outro”, mal Se pertence, vai pertencer a nós? Amei a reflexão, ponderada e coerente. O apego é parte do processo de viver. Sou apegada ao meu apego, mesmo que venha tentando minimizá-lo com o tempo. Apego é igual nariz, cada um tem o seu e sabe a dor que vai causar mudá-lo, ainda que as vezes, seja para melhor.
    Beijos, Manoel.

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  5. Concordo com o texto. Nós desde cedo fomos acostumados a buscar, ter, conquistar, então, quando perdemos, temos aquela sensação de frustração, que nada mais é que o lado negativo de tudo que aprendemos desde cedo. Se aprendermos que tudo na vida é para um momento, com certeza a perda será menos sentida porque temos consciência de que nada nos pertence. Todos nascemos livres pra melhorarmos como pessoa, por isso, tomamos emprestado. Nada é de ninguém, todos nascemos livres. Se agarra às coisas quem quer.

    Kisu!

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  6. Posted by Mariana Gouveia on 21 de março de 2014 at 21:51

    Não acredito na palavra perder. Acho que se de alguma maneira se esvai de nós, é por que não nos pertence. É quase como um poema que diz: Se você ama alguém deixe-o livre pra voar. Se voltar, é seu. Se não, é porque nunca te pertenceu.

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  7. Eu nunca dei muita atenção a palavra perda, confesso. Acho que é uma palavra equivocada destinada a objetos que desaparecem dos olhos, mas não a pessoas. Acho que cada qual cumpre seu tempo junto a nós e a si mesmos. Por isso não digo perda. Digo que o ponteiro fez uma pausa e, quem sabe volta a pulsar um dia. Não sei coisa alguma sobre o dia seguinte.
    Mas tenho pra mim meu caro, que só perde aqueles que não desfrutaram da companhia de certas figuras. Eu, por exemplo, me sinto feliz por ler Emily Dickinson porque ela passou por aqui e deixou-me parte dela, ou seja, seus ponteiros voltaram a pulsar junto aos meus olhos. rs

    bacio e bom fim de semana

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  8. Posted by adrianabalreira on 21 de março de 2014 at 14:32

    Perder até em um jogo para o computador é ruim…Imagina uma pessoa na vida… rsrs… Mas amar o outro tem disso. Podemos um dia perde-lo. O importante é amar sem se preocupar com isso. Amar loucamente e pronto! É assim que eu faço. E saber que não temos a propriedade dos sentimentos dos outros pela gente! Nem no nosso podemos mandar! 🙂
    Beijos
    Adriana

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  9. Aprender a perder não é nada fácil!

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  10. Certo ele está. Mas como é difícil encarar uma perda! Como é doloroso o aprendizado do desapego para não se sofrer tanto! Talvez seja um dos mais difíceis aprendizados de nossa vida. Beijos

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  11. Amigo, essa mensagem é muito edificante. Gostei demais.
    Para quem crê em Deus, perder é ganhar. Estou aprendendo essa lição.

    Um beijo

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  12. esqueci…
    quando mudei para a China, trouxe comigo uma frase, que resume bem o texto do Ricardo Sá:
    Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
    Zài Jián!

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  13. Adorei!!! Realmente essa é a vida, e o que nos faz sofrer também nos fortalece! Mas vejo muitas pessoas colocar ‘peso’ demais nos infortunios… e não percebe que com esse ‘peso extra’ o levantar é muito mais dificil! =]
    Abraço!
    Ah… também amo a Mafalda…hahaha
    Post perfeito!
    ‘Porque justo a mim coube ser Eu?’ Mafalda.

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  14. Manô,
    Este artigo terminou como eu desejava ao ler: “não nos pertence, na realidade, nunca foi nosso”
    Podemos amar… e mesmo amar além do que pensávamos possível. Mas isso não nos permite ter um sentimento de propriedade sobre nada nem ninguém.
    E claro que dói. Se não doesse, não sera amor… Mas a consciência de que tudo tem o seu desígnio, mesmo que nós não entendamos, é a condição essencial para nascer de novo, aprender outro caminho que ele, talvez, nos leve ao destino desejado.
    Gostei muito desta reflexão!
    Beijinhos no seu ♡

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